sexta-feira, 19 de abril de 2013

Uma Bela História De Amor Sem Fim...............................

That's it! ;)

"A indiferença é a vingança do mundo contra as mediocridades."
Oscar Wilde


Lee Miller’s Neck, Man Ray, 1930

Esta história é um roteiro com começo,
meio e fim, só que não tem fim...
o fim veio no começo do roteiro já pré determinado...
ele disse que eu não morreria sem senti-lo...
é verdade eu o senti.
Senti e sinto todos os dias.
E eu o odeio por amá-lo...
amo tão profundamente que me calei...
mentira! Não tenho sangue frio...
respeitei a sua página, o seu espaço,
não fazia comentários e nem curtia os seus posts...
eu vivia nas sombras como algo aquém...
eu sempre fui algo aquém,algo marginal para o seu mundo burguês.
Eu fui chamada e tratada como tal...
mesmo sendo algo secreto,nas sombras,
e que me remetia à vergonha dele ser visto comigo,
mesmo assim eu aceitei ser energeticamente ligada à ele.
E a cada dia, ele ia me consumindo,
me destruindo.Deixava bem claro que não fazia a mínima questão...
aquilo acabou com o resto de minha estima...
chorei por quase um ano quieta e calada,
mas para ele sorria, vestia a máscara de feliz...
aprendi finalmente a usar uma máscara...
apesar de tudo isto,
eu sou capaz de fechar os meus olhos,
eu sou capaz de voltar ao passado e
lembrar dele em meu leito.
Lembrar de uma noite linda com poucas falas,
um nervoso absurdo...
uma entrega tão grande que senti minha aura penetrar a dele...
eu vi luzes bailando.
Energia cósmica,
um portal novo se abriu...
delicioso, vivo,tentador e viciante!
Estava possuída e enredada pela mais bela alma que conhecera!
A sua ausência é como tomar o doce da boca de uma guria de 4 anos...
todas as noites eu me deito e me fixo naquela noite...
e mal sabe ele que eu dormi de conchinha quando ele adormeceu profundamente....
eu me aconcheguei e senti a sua respiração,
o cheiro sagrado e doce de seu suor,
homem de gosto peculiar!
Sentia o embriagante cheiro daquela pele com cheiro de mar.
E eu mergulhei à fundo neste oceano.
Não houve um dia em que eu não nadasse e pensasse em Iemanjá e Baco...
como pode né?
Iemanjá e Baco ali no mar.
Em minha meditação, em minhas orações
e em minhas braçadas até o fundo lá em minha mente estavam Baco e Iemanjá...
hoje em dia, não consigo olhar o mar!
Eu o renego!
Tudo foi tenso e mágico naquela noite...
aquele olhar me desnudava a alma, me tomou para si.
Ele me tornou sua escrava porque eu assim implorava...
os seus fluidos, benção.
Os seus atos contemplação.
Minha cama um santuário
e eu a mais devota das ninfas em seu paradisíaco mundo...
=)
S.F.


Silvana...
a cada texto para Baco,
lágrimas escorrem,
escorrem,
escorrrrrrrrrrrr
e
m
d
o
r


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