Acabou né? Tá bom tá!
Casal pede que caso de briga com prefeito Eduardo Paes seja arquivado.
E eu nem vou falar o que penso....
falo o que penso em fóruns aonde eu posso falar o que penso !
Querer transformar uma pessoa que agiu por impulso em mártir,
ícone é no mínimo decadente...
querer transformá-lo em Maria Madalena para apedrejar é pior ainda...
deixa a vida seguir................
Botika & Ana Bonjour
Ahhh porque é meu amigo...
foda-se!Quer dizer que se é "amigo" tá ok?
Se é amigo pode ?
As ações mudam?
Desculpem eu não penso assim não!
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/05/casal-pede-que-caso-de-briga-com-prefeito-eduardo-paes-seja-arquivado.html
Por favor, vamos parar de condenar as atitudes dos outros...
eu falo no que aconteceu e nem gostaria mais de falar,
somos humanos!
Somos passíveis de erros.
Todos só se lembram dos erros do próximo,
nunca lembramos de quando erramos...
A network fomenta isto...
ali naquele caso subjetivamente falando,
ninguém tinha razão,
de boa de tudo que eu sei,
é que Aristóteles deve estar muito triste,
porque a definição de política e político foi completamente deturpada...
deixem de julgar um cidadão, porque ele errou,
o casal deve estar péssimo,são sensíveis, foi pauleira
e no meu feed só cai este assunto...
Dá para vocês pararem de falar mal do menino, do casal,
dos atos e começarem a tentar apedrejar outro?
Este caso já passou...
Prometo não tocar mais neste assunto,
mas que seria bom ter um manifesto com 2000 pessoas pelo ato insano de alguém que nos "representa"...
ahhh isso seria....
chega né? Já deu!
dreams,dreams,dreams...
S.F.
A CARTA Do BOTIKA
NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A AGRESSÃO DE EDUARDO PAES
Essa nota tem o objetivo de esclarecer detalhes do ocorrido na madrugada de sábado para domingo, entre nós, Botika e Ana Maria Bonjour, cidadãos cariocas, e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Sob nosso ponto de vista, o acontecimento deve ser retirado da esfera policial, e colocado na esfera política.
Eu, Botika, fui agredido fisicamente, com dois socos desferidos pelo prefeito, após ter xingado o mesmo. O início do que o prefeito chamou, em nota, de “desentendimento físico”, partiu única e exclusivamente de Eduardo Paes, sem revide físico algum por minha parte. Em muitos lugares do mundo, a legislação prevê prisão para a ação de se agredir alguém com um soco.
É preciso esclarecer também que os insultos foram dirigidos ao Eduardo Paes prefeito e sua gestão - que afeta todas as esferas de nossa vida diariamente. Sabemos que as críticas a esse governo não são só nossas, mas de muitos. No entanto, não há espaço para elas quando percebemos que frequentemente a prefeitura reage com violência, como comprova a atitude do prefeito. Uma administração que toma a maioria de suas decisões fechada em um gabinete, sem levar em consideração a posição ou opinião da sociedade como um todo, e que oferece espaços esvaziados e ineficientes para a participação dos cidadãos.
Nossa critica é contra um poder municipal que loteia NOSSA cidade, desapropria e expulsa os pobres, abrindo lugar para os ricos. Uma gestão de poucos, que vem promovendo, à revelia de muitos, uma violenta elitização do Rio de Janeiro - nitidamente vinculada a especulação imobiliária.
Como não reagir a isso? São questões de NOSSA cidade, que afetam nossas vidas diariamente, e sobre as quais não conseguimos ser ouvidos. Estamos sendo aniquilados por um modelo de gestão autoritário e excludente. Impossível não se afetar. Impossível se calar, quando temos a chance de ser ouvidos.
Esta gestão não é cordial. Nossa ação não justifica um ataque físico. Um soco não pode ser relativizado ou discutido. O xingamento, por mais que seja chulo, ainda é linguagem, e deve ser respondido com linguagem, e não com os punhos. Uma agressão verbal não pode jamais ser equiparada ou servir de justificativa a uma agressão física. A diferença entre a agressão verbal e a física é a diferença entre a civilização e a barbárie. Quando justificamos a violência física por uma agressão verbal, estamos sendo coniventes com a maneira violenta com que o poder público nos trata o tempo todo. É exatamente a mesma reação que os aparelhos do estado e do município do Rio de Janeiro tem tido contra manifestantes que reclamam por seus direitos e expõem suas opiniões.
Um homem público deveria estar preparado para reagir de forma correta a qualquer manifestação engasgada de insatisfação que um cidadão dirige a ele e ao que ele representa. A história do Brasil possui diversos exemplos de políticos que foram alvo desse tipo de manifestação por um cidadão e que, no entanto, não reagiram no nível do que fez Eduardo Paes. O gesto do prefeito simboliza o modelo de administração a que somos submetidos no Rio de Janeiro: um modelo que bate na cara de muitos através de uma política voltada para poucos – e que bate na cara também de quem o critica por isso.
http://www.nytimes.com/2013/05/28/world/americas/brazil-mayor-punches-resident-in-face.html?smid=fb-share
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