quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Adeus ao Deus do Embuste...



Bacchante - The Priestess of Bacchus by Hon John Collier

Os "meus textos" lúdicos vinham de uma paixão.
Uma paixão na qual fui induzida por técnicas psiquiátricas...
ele era intocável, inalcançável,
era um ser ególatra que sabe manipular.
Ele não sabe parar de colecionar ou
para de tentar seduzir.
Ele necessita disto,
tornou-se um vício.
Ele sai pelo mundo a manipular,
a jogar e conquistar.
Aos meus olhos Baco, era perfeito.
Aos seus olhos ele era perfeito,
daí teve um dia que eu acordei,
e eu enxerguei mais do que defeitos.
Eu vi um ser que não respeita o próximo,
eu vi a perversão, a maldade
e o prazer em fazer sofrer.
Um homem que posta em sua página no Facebook causas humanitárias,
sendo antagônico no cotidiano.
Eu vi uma pessoa sádica, aproveitadora e doente.
Gentileza Gera Gentileza, pois sim...
não me proponho a ser o que ele quis.
Um dia ele disse "você é minha,
é impressionante a tua recusa!"
Como posso ser de alguém que NUNCA confiei?
Aliás eu sou de mim mesma na realidade.
A recusa em ser amigo sempre foi dele.
Hoje em dia eu o percebo e enxergo um enorme vazio.
Eu tenho pena de sua alma, e da covardia.
Baco é um ser absolutamente confuso e fraco.
Um ser superficial...
Pobre Baco tão mal representado nos anos 2000...
S.F.

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