segunda-feira, 17 de março de 2014

A Nata da Nata...



Lambis Stratoudakis

E se achavam tão nata da nata que coalharam nas pedras do Arpoador...
S.F.



Esta história de tirar a praia de perto de mim, e não falo do Arpoador.
Eu falo da orla, porque praia tem várias e eu frequento várias e a da Vinicius é a mais gostosa e familiar. Não tem palco.
Tem gente de verdade!
De todo modo esta história de tirarem a praia de perto de mim pode ser frescura mas parece que estão me sangrando de forma homeopática.
Não estou suportando!
Aí a gente liga,vai ver o apartamento e já tem 15 fichas na frente...

Eu sonhei que caminhava até o Arpoador e havia um Ocupa lá
e um monte de Ninjas fazendo streams porque consideravam o ponto,
um ponto nobre do Rio de Janeiro.
Acordei suando e pegando a faca debaixo de meu colchão.
O meu inconsciente gritou mais alto...

Fui criada de baldinho ali naquelas pedras do Arpoador...
catava tatuí e borogodós e nunca, jamais pensei que fosse ter
ojeriza daquela praia. Pois é...
hoje eu tenho!

Agora mesmo aqui bate um vento do mar fresquinho.
Uma coisa,um cheiro que me eu reconheço desde bebê da Gustavo Sampaio...
sou bairrista. Não ligo para pessoas, mas o mar?
O mar era o meu único lar.


Esta história de tirar a praia de perto de mim, e não falo do Arpoador.
Eu falo da orla, porque praia tem várias e eu frequento várias e a da Vinicius é a mais gostosa e familiar.
Não tem palco.
Tem gente de verdade!
De todo modo esta história de tirarem a praia de perto de mim pode ser frescura,
mas parece que estão me sangrando de forma homeopática.
Não estou suportando!
Aí a gente liga,vai ver o apartamento
e já tem 15 fichas na frente...

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